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Tecnologia

Cloud computing atrai emergentes

Para o CTO da EMC, Jeff Nick, interesse vem da parca infra-estrutura legada desses países

Marina Pita*

Publicada em 20 de maio de 2008 às 15h47

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A pouca infra-estrutura legada em boa parte das empresas de países emergentes, como o Brasil, e a ampliação de modelos de oferta de produtos e serviços deve fazer com que, nessas regiões, o modelo de computação em nuvem seja adotado com maior velocidade do que em regiões onde a maturidade da TI é maior. Esta é a opinião Jeff Nick, CTO da EMC, que falou a CIO durante o EMC World em Las Vegas.
 
Segundo o executivo, a área de cloud computing criada pela EMC recentemente deve desenvolver uma série de modelos de venda do serviço capazes de suprir as necessidades desde a área de produtos para consumo até as das corporações do mundo.
 
"O gerenciamento de informações em nuvem interessará indivíduos, pequenos e médios negócios e também às grandes companhias. As multinacionais não querem terceirizar todas as operações, mas não são especialistas em backup, e-discovery e disaster recovery. Nossa intenção é usar a computação em nuvem para oferecer esses serviços e compartilhar ferramentas e tecnologias que tornam essa atividade possível e confiável", afirmou ele.
 
Nick frisou que a EMC ainda não é uma "cloud company", mas o modelo de software como serviço começa a fazer parte do portfólio. "As sementes estão sendo plantadas aos poucos". O CTO ainda lembra que, na computação em nuvem, não existem restrições geográficas.

*Marina Pita viajou a Las Vegas a convite da EMC
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