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Tecnologia

Facebook versus LinkedIn: qual é o melhor para negócio?

COMPUTERWORLD

Publicada em 28 de março de 2008 às 19h06

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3. Encontrar alguém para um projeto web de três meses
O timing não poderia ser pior. Uma das suas melhores web designers decidiu ter filho e vai entrar de licença dois dias antes da equipe começar a trabalhar no novo visual do site. Ela já deu algumas boas idéias para você desenvolver, mas vai ficará pelos próximos três meses e você precisará de um substituto temporário. Você não tem tempo nem disposição para lidar com o RH, já que eles não saberiam distinguir um bom web designer mesmo se fossem mordidos por um no calcanhar. Você tentará encontrar seu profissional através da sua rede de contatos.

Facebook
Para começar, siga a mesma orientação que recebeu para procurar um emprego e dirija-se aos mesmos lugares. Mas, quando chegar lá, siga as instruções para quem está oferecendo trabalho, e não quem está procurando.

O Facebook tem outro aplicativo que deverá ajudar. Experimente o Application Developer Services. Ele lista desenvolvedores, expertise, o tipo de trabalho que estão procurando e, às vezes, os preços que cobram. Você também pode fazer buscas por área de especialização — vale tudo, desde AJAX a XML. — Preston Gralla

LinkedIn
Se este trabalho temporário for totalmente transparente — em outras palavras, o departamento de RH aprovou e você seguirá toda a burocracia corretamente — então pode postá-lo no LinkedIn.

A forma de postar a abertura de uma vaga não oferece surpresas: tem os espaços para o nome da empresa, título e descrição do cargo, menus pop-up para especificar setor da indústria, nível de experiência, função e tipo de trabalho (contratação, temporário e assim por diante).

Se alguém se candidatar à vaga através do post no LinkedIn, o aplicativo incluirá uma lista de pessoas na sua rede que trabalharam no(s) mesmo(s) lugar(es) que o seu candidato. Você pode pedir referências para as suas conexões, da mesma forma que pediria cartas de apresentação se fosse o contrário.

Veja bem, postar um emprego no LinkedIn por 30 dias custa US$195. No Craigslist, em comparação, sai por US$75 na área da Baía de San Francisco e US$25 nas demais localidades. Você tem que decidir se é tão importante obter referências. (Em San Francisco, basta ir até a janela e gritar “Procura-se um web designer” para ter 50 currículos na hora do almoço.) — Jake Widman

Vencedor: Facebook
O LinkedIn realmente oferece um quadro de empregos, mas não é barato e não há garantia de que você terá resultados melhores do que através de outro quadro de empregos qualquer. (Você pode conseguir algum feedback sobre candidatos via contatos que trabalharam com eles, mas isso é incerto.) Os recursos de rede de relacionamento do Facebook, sem as taxas adicionais, concedem-lhe a vitória aqui.

4. Solicitar idéias e fomentar discussões na equipe
Você foi encarregado do seu primeiro projeto realmente grande, uma nova maneira de incentivar a interação ativa da base de assinantes da empresa. O projeto foi orçado e aprovado pelos “ poderes constituídos” e você deseja verdadeiramente que ele tenha êxito. Você planejou seu cronograma inicial, montou a equipe e está pronto para começar. O próximo passo? Fazer sua nova equipe gerar idéias criativas e sólidas para atrair o interesse dos assinantes.

Facebook
É o tipo de coisa que o Facebook foi concebido para fazer — reunir grupos de pessoas para debater e compartilhar informação online. Para criar seu próprio grupo, basta clicar em Groups na sua página de Perfil e, na página que surgir, clicar no botão Create a New Group e seguir as instruções.

O grupo tem que ser privado, para que somente ingressem nele as pessoas que você convidar. Depois de criar o grupo, convide todos da equipe para participar. Eles terão acesso aos seus quadros de discussão privados, listas das próximas reuniões, postagens de mensagens, fotos e vídeos compartilhados e muito mais. — Preston Gralla

LinkedIn
O LinkedIn não tem muito a oferecer para este tipo de comunicação de equipe. Ele possui o recurso de Groups, mas é só uma maneira de melhorar a eficiência de utilizar outros recursos: você pode limitar suas buscas a membros de um grupo ao qual pertence, criar ou ingressar em um grupo de pessoas com os mesmos interesses ou backgrounds (ex-alunos, por exemplo) e outras tarefas similares.

O FAQ do site abre o jogo: “O LinkedIn Groups é projetado especificamente para o indivíduo e não como uma ferramenta de comunicação de grupo. Portanto, um usuário individual não tem como enviar mensagens de difusão a todos os membros do grupo”.
Depois que você já faz parte de um grupo, porém, todos os membros passam a constar de sua lista de contatos. Quando você envia uma mensagem via LinkedIn, pode endereçá-la a múltiplos contatos, como faz em um programa de e-mail comum.

Mas não há grande vantagem nisso — você não pode criar uma lista de endereços e, de qualquer forma, seus contatos receberão um e-mail do LinkedIn com o conteúdo da mensagem. O site não agrega eficiência ao processo de comunicação. — Jake Widman

Vencedor: Facebook
Não há a menor dúvida: o Facebook é o vencedor. Ele é estruturado para a comunicação dentro de grupos de pessoas, enquanto o LinkedIn é mais individual.

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