Usar notícias falsas e alarmistas para chamar a atenção das pessoas nem é uma prática inédita (como fez a Citröen, ontem, com seu “marketing viral” – ao disparar um email sobre um asteróide, batizado com o nome de seu novo carro e que se chocaria com a Terra). Muito antes da internet já se viu esse modelo de ação por aí.
Talvez o objetivo nem seja vender, mas apenas ocupar espaço na cabeça das pessoas.
A pergunta, então, é: a que tipo de idéia a empresa pretende associar suas marcas?
Tenho algumas sugestões:
- uma marca que valoriza o spam e “entope” a internet
- uma empresa que faz “qualquer coisa” para ser conhecida
- um carro que vai “se chocar” com a Terra (e se desintegrar)
- um carro que não respeita seu direito à verdade
- uma empresa que adora mentir (dá pra confiar no seu carro?)
Enquanto isso, na Terra dos Esperançosos, outras empresas lutam para corresponder às exigências do consumidor responsável e das melhores práticas de governança...