Diz uma pesquisa recente que quase a metade (48%) dos consumidores brasileiros não vê qualquer relação entre comércio de produtos piratas e crime organizado.
Para combater esse “desconhecimento”, as empresas, principais vítimas dos produtos piratas (para não entrar no mérito do crime organizado), contam agora com um novo aliado na disseminação da ética.
Acaba de ser criado o portal brasileiro “Mercado Ético”, como o mais recente membro da rede de portais Ethical Markets. A iniciativa reúne, em plataforma multimídia, uma gama enorme de conhecimento sobre sustentabilidade, desde notícias do Brasil e traduções de toda a rede no mundo a uma série de programas de TV, artigos e discussões em salas temáticas.
No momento, estão no ar, por exemplo, programas de TV com duração entre 8 e 20 minutos, tratando de assuntos como ética planetária, novos paradigmas da sustentabilidade, ética e responsabilidade socioambiental, governança corporativa para a sustentabilidade e padrões de consumo. Nas salas temáticas, a abrangência e a profundidades podem ser percebidas pelos temas em discussão: valores da governança, investimentos sustentáveis, radiografia do planeta, mercado de crédito de carbono e até (pasmem!) “porque os CEOs infartam”.
Pratique e divulgue essa idéia: www.mercadoetico.art.br