
Facebook, LinkedIn e Twitter. Antes apontados como os vilões da segurança da informação e da busca pelo aumento da produtividade de funcionários, hoje são vistos por muitos CIOs como ferramentas de trabalho. Diante dessa nova realidade, uma pesquisa realizada pelo Security Executive Council (Conselho de Executivos de Segurança), a maioria das companhias não bloqueia mais o acesso sites de web 2.0.
O levantamento foi realizado com os líderes de TI que participaram do encontro “CSO Perspectives”, que aconteceu nesta semana em Clearwater, na Flórida (Estados Unidos) e 86% daqueles que responderam ao estudo afirmaram que o acesso às redes sociais é permitido no ambiente corporativo.
Entre as discussões do evento, CIOs e CSOs concordaram que, atualmente, é muito difícil controlar o que os funcionários podem ou não acessar. Muitos dos colaboradores são jovens e vêem o direito de navegar pela web como um diferencial na hora de aceitar, ou não, uma proposta de emprego.
Além disso, as ferramentas têm sido muito usadas pelas áreas de RH e Seleção das companhias em processos de escolha de novos colaboradores. A Franklin Templeton Investments, empresa norte-americana de investimentos privados, é um exemplo do uso das redes sociais como forma de conhecer os candidatos às vagas da organização.
“As áreas que têm reais necessidades de acesso ao Facebook, LinkedIn e Twitter podem entrar nos sites quando quiserem. As demais, têm hora e dia marcados para fazê-lo”, explicou Jerry Nolasco, vice-presidente global de segurança da companhia.
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