Graças à adoção de um sistema para automatizar a gestão do fluxo de informações, a subsidiária brasileira da MetLife - que atua nos segmentos de seguros, previdência privada e planos de atendimento odontológico - reduziu pela metade o tempo necessário para a emissão das apólices de seguro de vida individuais e empresariais.
O projeto, de acordo com a diretora de TI da MetLife, Fátima Primati, nasceu de uma necessidade da área de negócios de aumentar a eficiência operacional, com o intuito de suportar o crescimento das operações, uma vez que o grupo fez cinco aquisições no País, desde 2008. Nesse sentido, Fátima conta que reduzir o período entre a identificação de um cliente em potencial e a elaboração, negociação e aprovação de uma proposta era uma demanda estratégica para a companhia.
Segundo a executiva, antes da adoção da ferramenta, todo o processamento das apólices de seguro era feito de maneira manual. Isso impactava na produtividade da empresa e, ao mesmo tempo, não gerava informações confiáveis, uma vez que muitos documentos continham anotações das pessoas envolvidas na negociação.
Como forma de solucionar o problema, a diretora optou pela implementação de um sistema de fluxo das informações, desenvolvido para as necessidades específicas da MetLife e fornecido pela prestadora de serviços CI&T. Trata-se de uma solução baseada na Web e na qual todo o histórico de relacionamento e interações com os clientes fica armazenado e pode ser compartilhado pelos 130 funcionários das áreas de vendas, finanças e operações.
Além do aumento da produtividade, Fátima destaca que a solução garante uma melhor segurança das informações e a documentação adequada da negociação das propostas. “Todas as observações e comentários que antes eram feitos informalmente são, agora, registrados no sistema como histórico”, explica Fátima.
Ao todo, o projeto, que foi encerrado em 2009, consumiu três anos. Neste período, a MetLife optou pela adoção gradual do sistema. "Sabíamos que, por ser tão grande, a implementação corria o risco de se perder no meio do caminho e ser engolida por outras prioridades do negócio", conta a diretora, ao citar que a migração em fases evitou esse problema.
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