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Gestão

Empresas brasileiras ainda temem as redes sociais

Para Waldir Arevolo, da TGT Consult, em vez de restringir o acesso dos funcionários a esse tipo de ferramenta, as organizações deveriam utilizá-las para ações de marketing e vendas

Andrea Giardino, da Computerworld

Publicada em 23 de outubro de 2009 às 17h22

Nos Estados Unidos, as redes sociais entraram definitivamente no radar das organizações. Um estudo da consultoria Deloitte naquele país apontou que 30% dos executivos ouvidos consideram as ferramentas colaborativas como parte da estratégia de negócio das suas companhias e outros 29% dos entrevistados enxergam essas soluções como ferramenta para construção da marca.

Aqui no Brasil, no entanto, a realidade ainda mostra-se bastante longe do mercado norte-americano. “Encontramos empresas que têm políticas restritivas quanto ao uso do Twitter ou do Facebook, por exemplo”, diz Waldir Arevolo, consultor sênior da TGT Consult.

“A maioria acredita que as redes sociais contribuem para a queda de produtividade dos funcionários”, aponta Arevolo, ao citar que trata-se de uma percepção equivocada. “A grande sacada é transformá-las [as redes sociais] em importantes ações de marketing e vendas”, conclui o especialistas.

Os dados, por si só, justificam a atenção das companhias a esse tipo de ferramenta. O Facebook - que hoje representa a maior comunidade de relacionamento online do mundo, com 300 milhões de usuários - dobrou de tamanho no Brasil nos últimos cinco meses, atingindo a marca de 5,3 milhões de participantes, segundo dados da consultoria Ibope Nielsen Online.



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