Nos Estados Unidos, as redes sociais entraram definitivamente no radar das organizações. Um estudo da consultoria Deloitte naquele país apontou
que 30% dos executivos ouvidos consideram as ferramentas colaborativas como parte da estratégia de negócio das
suas companhias e outros 29% dos entrevistados enxergam essas soluções como ferramenta para construção da marca.
Aqui no Brasil, no entanto, a realidade ainda mostra-se bastante longe do mercado norte-americano.
“Encontramos empresas que têm políticas restritivas quanto ao uso do
Twitter ou do Facebook, por exemplo”, diz Waldir Arevolo, consultor
sênior da TGT Consult.
“A maioria acredita que as redes sociais contribuem para a queda de produtividade dos funcionários”, aponta Arevolo, ao citar que trata-se de uma percepção equivocada. “A grande sacada é transformá-las [as redes sociais] em importantes ações de marketing e vendas”, conclui o especialistas.
Os dados, por si só, justificam a atenção das companhias a esse tipo de ferramenta. O Facebook - que hoje representa a maior comunidade de relacionamento online do mundo, com 300 milhões de usuários - dobrou de tamanho no Brasil nos últimos cinco meses, atingindo a marca de 5,3 milhões de participantes, segundo dados da consultoria Ibope Nielsen Online.
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