Formada a partir de seis diferentes empresas de telecomunicações, a operadora de telefonia móvel Vivo enfrentou o desafio de unificar todas as suas operações. Uma das barreiras encontradas pela companhia foi reunir, em um único data warehouse (repositório de dados), todas as informações dos clientes, o que passava por ferramentas de diversos fornecedores de BI (business intelligence), diferentes processos e mais de mil usuários.
Com base nesse cenário, que gerava um tempo de resposta muito alto para a operadora, a Vivo optou pela integração de todos os sistemas na plataforma fornecida pela Teradata. O projeto envolveu 40 áreas de negócio e 100 funcionários, que ficaram focados em integrar os cerca de 2 bilhões de registros diários e que, atualmente, somam 100 terabytes.
Como parte do projeto, a operadora optou pela adoção da solução de extração e análise de dados da MicroStrategy. Além disso, o projeto teve a orientação de que todo o desenvolvimento fosse orientado pelas necessidades específicas das áreas de negócio.
O resultado direto da iniciativa, contou a gerente de sistemas de BI da Vivo - durante evento promovido pela Teradata nos Estados Unidos -, foi uma economia de 15 milhões de dólares só em impostos. Outro ganho, segundo a executiva, foi a possibilidade de mapear melhor os clientes da operadora, o que reduziu em 13 milhões de dólares as perdas geradas por conta da inadimplência. Além disso, graças ao data warehouse, o grupo passou a segmentar melhor suas campanhas de marketing.
A própria rede e a cobertura obtiveram melhorias por conta do projeto. A partir das ferramentas de análise, a Vivo conseguiu otimizar o uso da sua infraestrutura, identificar falhas e estender sua abrangência. O que garantiu uma redução de 20% dos custos com manutenção.
Implementada a ferramenta, a meta agora é transformar o data warehouse na única fonte de dados da companhia, integrando todas as informações isoladas que ainda persistem na corporação.
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