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Gestão

CNJ defende planejamento nacional de TI para o Judiciário

Um comitê criado para discutir medidas e sugestões a respeito da informatização do Poder Judiciário - que gastou pelo menos R$ 2,5 bilhões com TI, entre 2004 e 2008 - realizará consulta pública para definir requisitos

Redação do COMPUTERWORLD

Publicada em 03 de julho de 2009 às 18h49

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Os números da pesquisa "Justiça em Números", do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), realizada entre 2004 e 2008, revelam que o Poder Judiciário gastou pelo menos 2,5 bilhões de reais com ações de tecnologia da informação. Apesar do montante, Rubens Curado, secretário-geral do CNJ, defende a necessidade de haver um planejamento estratégico nacional de TI no Judiciário.

A intenção é que com um modelo uniforme - com diretrizes e objetivos a serem atingidos no curto, médio e longo pazos - seja possível agilizar a prestação de serviços jurisdicional.

Na última semana, o Comitê de Gestão dos Sistemas Informatizados do Poder Judiciário se reuniu para propor medidas e sugestões a respeito da informatização do Judiciário. O comitê é composto por representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e por responsáveis pela área de TI dos Tribunais.

O comitê realizará uma consulta pública para que os tribunais enviem suas sugestões sobre o modelo de requisitos (Moreq), no prazo de 30 dias. Esse documento permitirá a elaboração de sistemas processuais e de gestão documental uniformes na Justiça Brasileira,.

Além disso, o comitê decidiu que o Judiciário deverá implementar o modelo de governo eletrônico E-Ping, que é adotado atualmente pelo Poder Executivo.

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