
“Mais do que wikis e blogs, as redes sociais corporativas devem proporcionar benefícios que seus usuários não encontrariam em outras comunidades ou no mundo real.” Assim, Alexandre Crivellaro, diretor de inovação do IBOPE Media, classifica o principal desafio que as companhias enfrentam hoje ao implementar ferramentas colaborativas de relacionamento com seus públicos externos e internos.
Para o especialista, no modelo empresarial, apenas a simples troca de informações entre as pessoas não é suficiente para justificar a adoção dos projetos de redes sociais. “Os serviços disponibilizados na rede, assim como dados referentes a projetos ou outras iniciativas da organização, devem ser exclusivos a seus assinantes”, alerta ele.
Além disso, Crivellaro destaca que o público-alvo das redes sociais deve ser fazer parte de uma política de comunicação extremamente bem elaborada por parte da companhia. Para tanto, ele aponta que a distribuição de prêmios, participação de promoções e possibilidade de contato com outros usuários – independentemente do nível hierárquico – podem ser bem atraentes aos colaboradores.
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