
Conforme os orçamentos são reduzidos, membros das equipes de negócios são forçados a atuar de maneira diferente. Na área de TI, principalmente, com o aumento de metas e a responsabilidade pelo desenvolvimento de mecanismos que possam “salvar” a companhia da crise, essa mudança – se mal gerenciada - pode causar a ruína dos times e, consequentemente, muita dor de cabeça para os CIOs.
Dependendo da empresa, com a instabilidade econômica, os grupos precisam trabalhar durante períodos maiores, lidar com menores salários, mais pressão por parte dos superiores e um clima organizacional deteriorado. Nesse cenário, o conflito entre os membros da equipe e até mesmo entre as áreas corporativas resultam no maior pesadelo dos gestores: queda na produtividade e diminuição das receitas.
Olhando a TI como área muito estratégica às operações atualmente, o CIO deve agir de modo a motivar a equipe e esclarecer a todos os seus funcionários que o período é realmente crítico e a colaboração máxima de todos será necessária e, futuramente, recompensada.
Além de transparência com o próprio time, o líder de TI deve buscar a máxima integração com os outros gestores da companhia para conseguir alinhar a estratégia de seu departamento às ações dos demais setores.
Mais do que uma época de cortes e aumento de trabalho, os CIO precisa enxergar o momento como um divisor de águas de sua gestão, utilizando-o, assim, para peneirar as competências e comprometimento de seus funcionários e parceiros.
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