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Gestão

Cinco razões para criar políticas internas de capacitação

Líderes de TI devem priorizar ações de desenvolvimento de funcionários durante a crise econômica. Só assim, a equipe permanecerá motivada e preparada para a época de retomada dos investimentos

John Udelhofen*

Publicada em 14 de abril de 2009 às 07h25

Equipes bem treinadas e alinhadas aos objetivos do negócio são um dos pilares de sustentação e sucesso de qualquer companhia. No entanto, durante um período de crise econômica, no qual a necessidade primordial dos CIOs é desenvolver projetos para aumentar as receitas corporativas e diminuir custos operacionais, as políticas de capacitação de colaboradores acabam relegadas a segundo plano.

Principalmente quando se trata de colaboradores da área de TI, essa atitude é não só inconsequente bem como prejudicial ao negócio. Em um cenário no qual a concorrência está mais acirrada, os consumidores mais temerosos  e as margens de lucro ainda menores, os projetos de desenvolvimento interno de funcionários ganham importância estratégica.

E, caso você não esteja convencido disso, seguem cinco justificativas para rever sua posição e direcionar budget para os programas de capacitação de colaboradores:

1. É preciso estar preparado para a retomada da economia. Mais cedo ou mais tarde essa crise irá passar e as empresas precisam ter equipes atualizadas e capacitadas para desempenhar o trabalho de forma ainda mais eficaz, já que a “briga” pelos consumidores deve ser muito grande;

2. Líderes de TI devem buscar novas formas de gerar receita, mesmo em períodos de recessão, e isso só é possível quando o CIO pode contar com um time capaz de enxergar oportunidades nos momentos difíceis;

3. A retenção de talentos é hoje uma das maiores preocupações dos gestores de TI, visto que há falta de profissionais capacitados na área. As políticas de desenvolvimento interno são ótimos agentes de motivação para os funcionários, principalmente aos mais talentosos;

4. Treinar colaboradores é simples e, além disso, pode ser uma boa oportunidade de mantê-los ocupados mesmo quando os projetos estão parados;

5. Com orçamentos menores, funcionários devem ter conhecimentos específicos de como atingir consumidores e melhorar a comunicação e negociação com o público de cada segmento.

John Udelhofen é CEO da Laurus Technologies, consultoria especializada em tecnologia e serviços
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