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Gestão

Segurança: o mundo virtual gera ameaças reais

Redação CIO*

Publicada em 09 de abril de 2009 às 10h41

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No caso das mensagens eletrônicas, por exemplo, a área de TI pode configurar os servidores para arquivar um ‘snapshot’ (fotografia) das caixas de e-mail de todos os funcionários em um determinado momento (dia e hora) e salvá-lo por um período específico. Os administradores, então, conseguem mover facilmente os arquivos necessários para fitas de backup e excluir o resto.

Já quando se trata de mensagens curtas pelo celular, isso fica mais difícil, uma vez que o controle dos arquivos está nas mãos do provedor de telefonia móvel e, portanto, os CIOs precisam entender as políticas de retenção e remoção dos dados nos arquivos do fornecedor e, se necessário, negociar algo diferente.

“E não adianta a empresa equipar seus funcionários com telefones celulares que bloqueiem o uso de dados, já que eles podem usar o aparelho pessoal para esse mesmo fim”, constata Michael Harnish, CTO da Fios – consultoria especializada em e-discovery. Ainda segundo ele, o mesmo vale para restrições em relação ao uso de instant messengers – como AIM e MSN. “Os usuários encontram alternativas, como o Google Talk, Meebo, Skype e Yahoo Messenger”, complementa Harnish.

Para o CTO, a principal lição para os CIOs é: ”não finjam que os funcionários não usam texto para os negócios ou que não utilizam de maneira potencialmente danosa à empresa. Saiba o que os funcionários estão fazendo e adiante-se a eles, por meio de políticas e treinamentos.”

*Reportagem de Tatiana Americano, Patricia Lisboa e Kim S. Nach
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