
Pesquisa realizada pelo Macehider Ward-Dutton (MWD) e a CIO britânica revela que profissionais não esperam cortes drásticos de orçamento diante da crise.
Em conversa com CIOs em evento da La Fosse Associates sobre como maximizar a contribuição da área em uma ambiente em transformação, os líderes de tecnologia da informação disseram que estão usando a atual situação econômica global para provar o real valor do departamento por eles dirigido.
Neil Ward-Dutton da MWD, que dirigiu a pesquisa em parceria com a CIO RU, resumiu os principais resultados da pesquisa:
1- A recessão econômica irá afetar o orçamento de TI das companhias, mas não levará a cortes dramáticos. A maioria das empresas conhece suficientemente a TI para saber que, quando bem gerenciada, tem o potencial para levar à maior eficiência e flexibilidade de negócio – ambas cruciais nos dias de hoje. Grandes projetos de transformação serão levados a cabo.
2- Os CIOs devem continuar a reduzir os custos da TI por meio de tecnologias como virtualização de softwares e servidores, e ainda esperam atualização de hardware e atualização de software.
3- No quesito entrega de serviços, os CIOs buscam mais opções de fornecedores para gerenciar melhor os custos, muito mais do que mudar a quantidade de serviços terceirizados.
4- Os diretores de tecnologia devem começar a explorar o software como serviço (SaaS) de forma mais agressiva e softwares de código aberto para novos requisitos. São iniciativas que evitam gastos. Somado a isso, novos projetos terão escalas menores e devem se pagar ainda mais rápido.
5- Deve ser tentador terceirizar tudo para reduzir drasticamente o custo da TI, mas essa solução pode ser perigosa já que pode abrir precedentes perigosos no que diz respeito a responder às necessidades de negócio. É muito mais eficaz se comprometer em melhorar a eficiência e usar os recursos para realizar projetos chave para o negócio. Quanto melhor conectado aos pares do negócio, melhor posicionado estará.
É um período propício para os CIOs provarem a capacidade de gerenciamento, tempos desafiadores, possivelmente para fornecedores também. Como disse alguém muito mais influente que eu “vivemos em tempos interessantes”.
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