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Gestão

Empresas ainda buscam um lugar para a área de processos

Para Ronei Silva, da TGT Consult, os CIOs têm absorvido essa operação, contudo, falta definir que responde pelos processos dentro das organizações.

Marina Pita, da CIO

Publicada em 24 de novembro de 2008 às 12h30

O CIO foi um dos primeiros executivos a sentir que sua empresa precisava pensar em termos de processos e não mais de sistemas. O problema é que essa mudança só ocorre quando a empresa abraça esse mesmo desafio e depende de uma questão crucial: onde criar o escritório de processos?

O departamento de tecnologia da informação têm bancado essa tarefa. Isso porque, o CIO vem sendo  bombardeado por informações que indicam para a importância de apresentar uma visão de processos. O que, por outro lado, esbarra na própria cultura corporativa. "Acontece que as empresas ainda não compartilham essa visão” explica Ronei Silva, diretor da TGT Consult, definindo que isso leva a uma baixa adoção desse tipo de iniciativa, entre as empresas brasileiras.

Para Silva, no entanto esse modelo mais estruturado de processos de negócio vem ganhando força e deve estar próximo do amadurecimento por volta de em 2012.

Hoje, CIOs estão colocando essa incumbência dentro de sua estrutura, o que tem gerado, muitas vezes, conflitos. “Não está claro quem desenvolve e define os processos”, avalia Silva. Segundo o diretor da TGT, alguns presidentes de companhia estão contratando uma pessoa exclusivamente para subsidiar toda essa área, que receberá, dessa forma, o peso da presidência para construir o trabalho.


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