Publicidade

Gestão

Cresce preocupação dos CIOs com qualidade dos serviços de TI

Segundo o Gartner, questão está na quarta posição entre as prioridades dos líderes de TI. Destaca-se também, em 2008, a necessidade de inovação em produtos e serviços

CIO

Publicada em 16 de setembro de 2008 às 18h53

  • Share

Integração às metas de negócio e excelência operacional. De acordo com o Gartner, são essas as prioridades dos líderes de tecnologia da informação de grandes empresas de todo o mundo em 2008.

Estudo anual realizado pelo instituto apontou a “melhoria dos processos de negócios” como a questão número um na agenda dos CIOs – repetindo a situação dos últimos dois anos. Também não foi surpresa a segunda colocação, “atrair e reter novos clientes”, que repete a posição de 2007. Já as terceira e quarta prioridades trazem mudanças.

A “criação de novos produtos e serviços” aparece em terceiro lugar, contra a décima posição alcançada no ano passado. Para Ellen Kitzis, vice-presidente de pesquisa da instituição, a mudança mostra que, cada vez mais, as empresas dependem de inovação para vencer a concorrência. E a área de tecnologia deve ter parcela significativa nesses esforços.

Depois de estar em 12º lugar entre as preocupações dos CIOs em 2006 e de subir para a sétima posição no ano passado, a questão da “melhoria da qualidade dos serviços prestados por TI” aparece em quarto lugar, o que mostra o amadurecimento dos profissionais da área.

Tendências tecnológicas
O estudo mostrou ainda as prioridades dos CIOs em termos de tecnologia: BI, aplicações de negócios (ERP, SCM, CRM) e infra-estrutura ocupam os primeiros lugares na cabeça dos executivos. “Apesar de ser a prioridade dos CIOs há três anos [de acordo com o estudo], são poucas as empresas que possuem uma estratégia definida para as ações de business intelligence”, comenta Andreas Bitterer, vice-presidente de pesquisa especializado no tema. Em sua opinião, essa situação tem de mudar para que resultados interessantes sejam alcançados.

Brian Prentice, diretor de pesquisas com foco em tecnologias emergentes, explica que o instituto não vê ‘killer applications’ nos próximos anos. “Teremos tecnologias que sozinhas já são corriqueiras, mas que ao serem combinadas tornam-se inovadoras”, afirma, citando exemplos como redes sociais, wikis, blogs, aplicações corporativas e, claro, computação em nuvem.

Opinião do leitor
Não há comentários para essa notícia
Seja o primeiro a comentar
Reportagens mais lidas