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Gestão

Oito tecnologias que põem em risco a segurança corporativa

ComputerWorld

Publicada em 20 de setembro de 2007 às 15h27

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6-) Skype e outros serviços de voz sobre IP destinados a usuários finais

O estudo do Yankee Group mostrou que 20% dos entrevistados disseram que utilizam o Skype para algum fim profissional. Mesmo com configurações corporativas, a ameaça apresentada pelo Skype e por serviços semelhantes é similar àquela dos softwares de consumo baixados ao usuário corporativo.

"Todas as vezes que você baixa Skype ou qualquer outra coisa, você está introduzindo um novo risco de segurança e a TI está desconfortável com isso", relata Josh Holbrook, analista do Yankee Group.

A opção mais segura, e que o Gartner inclusive recomenda, é bloquear o tráfego via Skype. Se uma companhia escolhe não fazer isso, deve ativamente investir em algum tipo de controles dos clientes usuários do software. Dessa forma, poderá garantir que o uso ficará restrito apenas aos usuários autorizados.

7-) Widgets

Segundo o Yankee Group, os consumidores estão utilizando equipamentos como o Q e o Nokia E62 para baixar widgets, ou seja, pequenos programas que permitem acesso rápido às aplicações web. Esses widgets podem ser rapidamente movidos para PCs, o que, segundo Holbrook, representa outro ponto de entrada ao ecossistema de tecnologia.

O risco é que esses pequenos programas utilizem o poder de processamento do PC e da rede, além de não serem muito confiáveis para serem baixados. A WebEx mitiga esse risco utilizando uma abordagem em três frentes: educa os usuários sobre os riscos dos downloads de software; utiliza o Reconnex para monitorar o que está instalado nos PCs dos usuários e desabilita alguns direitos padrão de acesso dos usuários, restringindo habilidades de downloads.

8-) Mundos virtuais

As empresas já tendem a fazer experiências nos mundos virtuais como Second Life e, dessa forma, TI precisa se tornar mais consciente sobre o acompanhamento de questões de segurança.

Ao mesmo tempo, utilizar Second Life envolve fazer download de vários códigos executáveis e colocá-los dentro do firewall corporativo. Uma opção, sugere o Gartner, é permitir que os funcionários tenham acesso aos mundos virtuais por meio da rede pública sem fio da companhia ou encorajá-los a fazer isso de casa. Uma terceira opção para as companhias é avaliar ferramentas para criar seus ambientes próprios virtuais capazes de serem hospedados internamente dentro do firewall corporativo.

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