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Gestão

Oito tecnologias que põem em risco a segurança corporativa

ComputerWorld

Publicada em 20 de setembro de 2007 às 15h27

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3-) Equipamentos portáteis de armazenamento

Um dos maiores temores dos gestores de TI, segundo os especialistas, é a proliferação de equipamentos portáteis capazes de armazenar dados, como iPods e iPhones.

Embora seja fácil fechar as portas USB dos computadores dos usuários, muitos gerentes de segurança não recomendam essa prática. "Se as pessoas quiserem subverter o processo, vão encontrar uma forma, mesmo que você coloque barreiras no lugar", ressalta Mark Rhodes-Ousley, arquiteto de segurança da informação e autor do livro "Network Security: The Complete Reference".

Segundo ele, é mais fácil gerenciar a questão por meio da educação de pessoas sobre a relação entre equipamentos de armazenamento e dados sensíveis. "A maioria dos incidentes que ocorrem não é intencional. Então, é aí que vem a parte da educação", comenta.

Uma alternativa, ressalta, seria o envio de alertas para os usuários todas as vezes que fosse registrada a tentativa de salvar um dado confidencial.

4-) PDAs e smartphones

Cada vez mais funcionários têm aparecido no ambiente corporativo com algum tipo de smartphone ou handheld. Podem ser eles BlackBerry, Treo ou iPhone. Mas quando eles tentam sincronizar seus equipamentos com os calendários ou aplicação de e-mail em seu próprio PC, é possível que ocorram problemas de tecnologia que variam de falhas de aplicação até a temida tela azul da morte.

"Esses tipos de problemas são coisas mundanas, mas que podem deixar a TI maluca", aponta o arquiteto. Além disso, existe a possibilidade de o funcionário levar o que ele quiser nesses aparelhos quando deixa a empresa ou é demitido.

Assim como outras companhias, a WebEx minimiza essas possibilidades por meio da padronização de uma única marca ou modelo de PDA e permite que funcionários da organização saibam que a TI vai suportar apenas aquele aparelho.

5-) Celulares com câmera

A funcionária de um hospital permanece em um posto de enfermagem casualmente batendo papo com outras enfermeiras. Ninguém percebe que ela tem um pequeno aparelho em suas mãos e que, de tempos em tempos, aciona um certo botão. A cena pertence ao último filme sobre espionagem? Não. É um teste de segurança conduzido pela clínica DeKalb.

"Um dos testes que fiz foi levar meu celular ao posto de enfermagem e começar a fotografar tudo o que era possível sem ser percebida pelos outros. Eu queria baixar as fotos, melhorar as imagens e ver o que eu conseguia, como informações sobre pacientes exibidas em telas de computadores ou mesmo papéis sobre a mesa", relata Sharon.

No entanto, a executiva conseguiu apenas a identificação do computador - não o endereço IP - que estava na sala, mas o dado seria suficiente para fornecer dicas ou qualquer tipo de informação quem pretendesse conduzir um ataque.

Na seqüência, a funcionária adicionou informações sobre essas possíveis ameaças aos seus programas de conscientização de funcionários. Dessa forma, as pessoas podiam ver quão arriscado é expor dados sensíveis.

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