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Carreira

Quatro dicas para acelerar a recolocação profissional

Entenda quais os caminhos que podem ajudar os executivos na difícil missão de buscar um novo emprego.

Rodrigo Caetano, do COMPUTERWORLD

Publicada em 08 de dezembro de 2008 às 15h08

A turbulência econômica mundial - gerada pela crise financeira - aumentou a preocupação dos profissionais em relação à estabilidade no emprego. Assim, mesmo os executivos que atuam em corporações com excelente desempenho estão atentos ao movimento do mercado e sabem que, caso a crise se agrave, podem ser vítimas dos processos de reestruturação e de demissões.

Nesse momento, um executivo com anos de casa acaba se encontrando na difícil situação de procurar emprego. Mas algumas providências simples podem ajudar a acelerar o retorno ao mercado de trabalho e evitar a perda de boas vagas.

Abaixo, veja quatro dicas que podem facilitar o processo de recolocação profissional.

1- Capriche no currículo
Segundo Rodolfo Ohl, diretor de vendas e operações no Brasil da Monster, empresa de recrutamento e seleção de profissionais, o primeiro passo a ser dado por um executivo que perde o emprego é preparar cautelosamente o currículo. “O profissional precisa se vender como se fosse um produto”, afirma.

Ohl recomenda que se gaste um bom tempo na redação e revisão do currículo. “É bom revisar várias vezes e pedir para outra pessoa ler também”, aconselha o diretor. Como se trata de um profissional com um bom tempo de experiência, a elaboração do documento é crucial. Afinal, a empresa que estiver avaliando o candidato vai querer saber, com detalhes, não só onde ele trabalhou, mas também quais projetos liderou e os seus resultados.

Por esse motivo, como explica Robert Andrade, especialista em recrutamento da Robert Half, empresa especializada em Recursos Humanos, é fundamental que o executivo relate toda a sua trajetória. “Alguém que está há muito tempo em uma empresa, provavelmente, passou por várias funções. É importante que o profissional relate seu crescimento na companhia”, afirma Andrade.

A experiência profissional, em se tratando de executivos, tem um peso maior do que a formação acadêmica. Segundo Andrade, ao contrário de quem está começando, para profissionais mais gabaritados não importa muito a faculdade ou os cursos feitos no passado. “A menos que se trate de algo concluído recentemente, como um MBA”, explica o especialista.

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